
quinta-feira, maio 05, 2005
O CDS caça novos militantes (3)
O que virá a seguir? Inaugurar dois móveis de pinho envernizado na Sede do CDS/PP?
Alterar a Sigla e enviar o PP para casa de PP, ou será melhor mandar directo para os "States", onde ali sim lhe reconhecem o patriotismo?
A Ilha Jardim - república alberto joanina
"A Assembleia Legislativa da Madeira levantou a imunidade parlamentar ao deputado socialista João Carlos Gouveia para responder pela "prática de um crime de difamação agravada" contra Alberto João Jardim. Em declarações ao Diário de Notícias do Funchal, a 27 de Maio de 2003, João Carlos Gouveia acusou Jardim de ter o objectivo de manter "o paraíso criminal em que a Madeira se transformou".
in DN

o Super Blogue do JPP
Na verdade o JPP foi o primeiro político activo a dar uma dimensão política à net em Portugal, mal-grado a discordância ideológica que lhe estimamos manter.
Gondomar e o Loureiro
"Marques Mendes afasta Valentim da corrida à Câmara de Gondomar -
Major afirma que não vai falar com o líder do PSD sobre eventual recandidatura "
in público hoje
Julgo que apesar de tudo não será mau para os Gondomarenses que assim têm mais capacidade de escolha. No entanto, não retirem das minhas palavras que ache exactamente o mesmo para Matosinhos!
Concordo com a Maria de Belém quando diz que estas candidaturas de independentes tem pouco.
Blair, the iraquian survivor
Será que Blair representa a esquerda europeia?

Deve o Sede ficar satisfeito com a vitória esperada?
A cabeça na areia 2
Primeiro, também eu meti a cabeça na areia. Depois, confrontado com o meu próprio momento de fraqueza resolvi rever o processo ao contrário e finalmente, também eu acabei a procurar respostas nas questões da adopção e das realidades sociais difíceis. Também eu revi as minhas teias de relacionamentos sociais, também eu encarei os meus filhos. Perguntei-me durante um instante como seria possível a um Juiz viver com isto e lembrei-me de uma frase batida, “…eles, de vez em quando precisam de apanhar”.
Finalmente meti a cabeça na areia. Só depois é que li o texto do Avelino.
Bardot na casa Malaparte







para saber mais sobre a casa e Le Mepris : +
A JSD
Sem partidarismos digo-vos que basta falar com agentes culturais para saber a completa ausência de rumo da política cultural portuense. Aliás basta visitar a pobreza do Site da Culturporto. Nem sequer conseguimos interpretar as iniciativas dos vários equipamentos em simultâneo.
No entanto, regista-se a curiosidade dos jotinhas em tocar neste assunto, pois cheira a pole-position nas listas. Já agora alguém já descobriu o nome do Vereador da Cultura da Câmara do Porto? Ou dito de outra maneira, que assunto será necessário surgir para a gente o ouvir dizer alguma coisa aos pobres municipes? Será a conclusão do maior e mais sonante equipamento cultural na cidade? Será a mais acesa polémica com a instituição pública mais conhecida do Ministério da Cultura? Serão as declarações dos partidos, inclusive os da maioria, sobre este pelouro?
Mesmos os mais defensores da complicada política de Rui Rio devem adimitir, não um calcanhar de Aquiles, mas uma fraqueza total deste semi-deus nesta matéria.
Meter a cabeça na areia
É chocante, nomeadamente para quem tem filhos da mesma idade e imagina-os a brincar alegremente com a pequenita num qualquer lugar.
Na verdade a vida em determinadas condições provoca a exclusão social e comportamentos que muitos de nós não sabemos comentar.
Digo isto porque não consigo ler as noticias até ao fim. Não consigo imaginar que quando jogava à bola no clube de futebol de Lordelo do Ouro já germinava esta violência, com gente que convivi e nalguns casos até tentei compreender.
E está visto que os tribunais não conseguem estabelecer códigos de conduta cívica que disponham as melhores soluções, ou então, as “letras das Leis” obrigam-nos a ser cúmplices destes processos que todos esperam ou pelo menos dizem adivinhar dramáticos.
É curioso que quando há um caso destes, sempre vêm alguém que, com premonitório acerto, avisou a Segurança Social ou alguma entidade competente. Tal como é certo que os procedimentos foram depois disso omissos no respeito pelo bom senso.
Assim foi há tempos em Ermesinde ou Valongo, tal como no caso inqualificável e arquivado da menina desaparecida no Algarve, bem como as milhares de histórias semelhante que vamos vendo ou ouvindo. Não é caso português, lembro-me que em Espanha fartei-me de ouvir semelhantes ou piores, em Inglaterra também e basta ver noticiários internacionais para perceber que são histórias que os media apresentam constantemente.
Na verdade, por isso, não consigo fazer mais do que meter a cabeça na areia, pois sinto-me a opinar sobre uma realidade que desconheço, técnica e vivencialmente (razão para agradecer aos meus paizinhos ou à providência), no entanto, tenho a esperança que na minha cidade, e nas outras também, cada vez sejamos menos vezes brindados com estas bombas. E já agora que esse facto esteja relacionado com um trabalho social apurado e não com as omissões da imprensa, que diga-se em abono da verdade devoram horripilantemente até os pormenores.
quarta-feira, maio 04, 2005
Pensar na Queima das Fitas
Se repararmos bem, a queima das fitas, actualmente, incrementa um numero de visitantes e inebriados estudantes de todo o país que, no computo dos 7 dias de festa, ultrapassa largamente o S.João.
Então se assim, porque razão continuamos a tratar com menoridade a queima das fitas? Porque razão esta festa já não é reconhecida como popular/etnográfica nem como cultural, como fazem em Coimbra? Porque razão não lhe damos um rumo e através dela impulsionamos a sua ligação ao turismo, nomeadamente à população estudantil da Europa, com realce para os espanhóis?
Acho, por isso, que somos, às vezes propensos às vistas curtas e não conseguimos ver para lá das toneladas de latas de cerveja, dos estados comatosos provocados pelo álcool e das barulheira pimba feitas em concertos gigantes, com intérpretes fracos a usarem equipamentos “topo de gama” (como diria um camarada nosso).
Mas ainda espero poder observar a juventude fundir a sua festa com a alma portuense. É que a maior parte dos estudantes nem sabe bem o que isso significa. Não conhecem o Centro da cidade, nem a sua história, nem os seus hábitos. Vêm cá de pópó, ouvem as aulinhas e toca a ir de volta para Fafe, Felgueiras, Maia, Gaia, Ovar, Braga, Paredes de Coura, Chaves, etc., etc.
Texto de Teresa Andresen (vale a pena!)
Teresa Andresen, arquitecta paisagista. Universidade do Porto.
Ainda na sequência de um comentário que aqui deixei no passado dia ..., venho agora responder ao apelo de Eduardo Souto Moura a propósito da surpresa que manifestou na televisão, na ocasião da apresentação do projecto da Avenida dos Aliados e da Praça da Liberdade, pelo facto de a obra da Rotunda da Boavista, que teria ficado tão bem, não ter recebido aplausos. Embora solicitada na altura, optei por ficar calada. Mas já que há um pedido do arquitecto Eduardo Souto Moura, aqui está uma voz.
Sobre a Rotunda, ficou bem mas, na minha opinião, não merece aplauso sentido. Ficou asseada, de facto. Valoriza a fantástica Casa da Música (terá muito de capricho mas é fantástica (faz ruptura no momento e no sítio certo!). Julgo que ainda poderá estar por construir uma casa de chá no jardim que eventualmente será o pivot do espaço dentro da circular viária que o limita. O ajardinado ali existente é, acima de tudo, a base de suporte e recepção do magnífico monumento de Marques da Silva, ao centro. E, depois, era um espaço com um conjunto arbóreo-arbustivo de interesse assinalável, embora carente de um adequado Plano de Gestão. A herança da envolvente arquitectónica da Rotunda corresponde a uma miscelânea de datas recentes sem uma grande valia a destacar, relativamente a outros espaços da cidade.
Noticiou-se na altura - se a memória não me atraiçoa - que na Rotunda se ia recuperar o traçado inicial. Achei desadequado pois a recuperação era impossível e não era a questão central. A Rotunda foi um espaço de feira e, depois, um espaço onde há largas décadas - quase um século - se valorizou a exposição de flores exigentes em luminosidade. Não há pois lugar à recuperação, até porque apenas o enorme ensombramento entretanto criado inviabiliza essa recuperação a não ser que, por absurdo, se tivesse decidido por um abate mais intenso das árvores. E, não é por acaso que os canteiros apresentavam uma dada modelação. O património das frondosíssimas árvores que ali vivem e foram crescendo, assim como um denso estrato arbóreo que o projecto delapidou excessivamente, não suportaria o rigor de uma recuperação. Para além do mais, todos sabemos que um jardim de dimensão reduzida circundado por um arruamento de tráfego intenso não reúne as condições ideais para o cumprimento das suas funções enquanto jardim. Portanto, a recuperação de um traçado original era uma questão falsa e não era particularmente importante. Deixei-me ficar calada pois não me era difícil antecipar que outros combates, mais oportunos em nome da qualificação do espaço público, estariam para vir. E, isto de criticar a obra de arquitectos que atingem um estatuto de autoridade tem muitos riscos.
Meu caro Souto Moura, é natural que você não saiba o que isto seja! A curto prazo leva-nos a viver a solidão, a incompreensão e até a calúnia, imagine! Suporta-nos uma solidariedade que se vai manifestando devagar. Terá resultados a médio prazo e outros beneficiarão. É um combate desigual’ aquele para o qual estou disponível. Mas vale a pena. Sabe, é preciso ter muita convicção dentro de nós. E a minha convicção é que a intervenção em espaços desta natureza não é uma competência da arquitectura mas sim da arquitectura paisagista. Haverá vantagens em fazê-la em articulação com a arquitectura e com outras áreas profissionais assim como em estar disponível para o debate. A montante, não apenas a jusante.
Vi nesta obra serem cometidos erros graves da arte da jardinagem e da conservação de espaços verdes. Também não seria da sua competência zelar pelo rigor de intervenções em espaços de vegetação notável, como a Rotunda, onde é preciso atender ao valor de cada espécie e do conjunto de espécies, das raízes da vegetação, dos níveis de ensombramento e de compactação do solo, da densidade de plantação. E, talvez também não me devesse ter calado por este motivo. A maioria dos nossos espaços históricos da cidade foi acusada de estar degradada - em vez de se diagnosticar uma deficiente gestão que prevalece - e isto foi motivo para os planos de asseio’ a que muitos deles têm vindo a ser sujeitos. Para quando a intervenção de uma cultura de gestão a par com a cultura do projecto?
Aproveito agora para me dirigir ao Senhor Presidente da Câmara. A Câmara Municipal de Lisboa tem 45 arquitectos paisagistas, a de Oeiras cerca de 20 e entre eles alguns ocupam destacados lugares de chefia no respeitante ao espaço público. A do Porto acho que terá três. Há um défice manifesto de competência no tratamento do espaço público e consequentemente de uma cultura e de autoridade. A Universidade do Porto iniciou há 4 anos uma licenciatura em arquitectura paisagista. A decisão terá sido tardia mas a primeira geração está prestes a surgir. Ela será um recurso mobilizável para a qualidade de vida na cidade e na região e desejo que seja vigilante a favor de um padrão de cidadania participativa e informada sobre estas matérias do interesse colectivo.
da Raquel!
gabar-se de prosápias, honrarias.
Arreda-me a Fortuna o merecê-las,
o que mais honro guarda-me alegrias.
Favoritos de reis ostentam flores,
mas como o malmequer ao sol recolhe
em si mesmos enterram esplendores
e um sobrecenho as pompas já lhes tolhe.
O esforçado guerreiro no combate,
depois de mil vitórias, se vencido,
ao rol das honras vê o seu abate
e tudo quanto fez ser esquecido.
Feliz de mim porque amo e sou amado
e não tiro nem posso ser tirado."
Shakespeare
terça-feira, maio 03, 2005
Sondagens Autárquicas


O socialista Manuel Maria Carrilho e o social-democrata Rui Rio são os favoritos a conquistar, respectivamente, a presidência das câmaras municipais de Lisboa e do Porto nas eleições autárquicas de Outubro que vem, de acordo com o Barómetro da Marktest para o DN e TSF.
Já em relação ao duelo entre Fernando Seara e João Soares pela liderança da Câmara Municipal de Sintra, o actual autarca leva claramente a dianteira sobre o socialista. As eleições autárquicas jogam--se em 308 tabuleiros diferentes, de norte a sul do continente e na Madeira e Açores. Cada câmara é uma câmara e uma eleição autónoma, mas a importância simbólica de algumas pode ser decisiva para se poder cantar vitória na noite eleitoral. Em Lisboa, o PS esteve à frente da câmara entre 1989 e 2001, tendo Santana Lopes e o PSD conseguido roubar a autarquia a João Soares (que sucedera a Jorge Sampaio). Foi um dos momentos altos da noite em que António Guterres acabou por se demitir do Governo, e que levaria à saída dos socialistas do poder. Agora, os sociais-democratas, liderados por Luís Marques Mendes, apostam em Carmona Rodrigues, o técnico escolhido para número dois de Santana e que acabou por assumir a presidência do município (que agora está com uma espécie de liderança bicéfala, depois da saída de Santana do Governo). Do lado do PS, depois das hesitações em torno de nomes como Ferro Rodrigues ou Mega Ferreira, o escolhido acabou por ser o ex-ministro da Cultura (e feroz adversário de António Guterres) Manuel Maria Carrilho. Que já está com a campanha em força na rua (como se comprova pelos cartazes espalhados pela cidade). Questionado o painel do Barómetro (todo o painel e não apenas os residentes nos municípios a que se refere cada uma das questões) sobre quem pensa que vai ganhar a eleição, Carrilho leva nesta altura clara vantagem sobre Carmona. Obtém 45 por cento das respostas, contra apenas 26 por cento do social-democrata.Na capital, 26 por cento dos inquiridos disseram não saber quem vai ser o vencedor.Se em Lisboa o challenger aparece como favorito em relação ao actual autarca, no Porto as coisas estão no pé exactamente oposto. Aí, Rui Rio, que lidera a autarquia desde 2001, é considerado o favorito pelos portugueses. Com uma confortável vantagem sobre o socialista Francisco Assis, actual eurodeputado, ex-líder da bancada parlamentar do PS e ainda ex- -autarca em Amarante. Neste caso 45 por cento dos portugueses acha que Rio vai ganhar a disputa, enquanto apenas 31 por cento entende que Assis vai ser o próximo presidente da câmara do Porto.Outro ponto diferente em relação a Lisboa é que no Porto é o candidato (ainda não oficialmente assumido) do PSD quem parece em melhores condições de ganhar a eleição.Na segunda cidade do País, 22 por cento dos inquiridos disseram não saber qual vai ser o vencedor das eleições.A autarquia de Sintra é uma das mais populosas do País. E é mais um dos casos que nas últimas eleições autárquicas mudaram de mãos e cor política, passando a presidência do PS para o PSD (neste caso em coligação com o CDS/PP). Então foi Edite Estrela a derrotada e Fernando Seara (que se apresentou como o "careca do Benfica") o de alguma forma inesperado vencedor.Dos inquiridos pela Marktest, 46 por cento entendem que Fernando Seara vai ser reeleito, caso se recandidate. Pela frente, o social-democrata terá, é já seguro, João Soares, o ex-presidente da câmara de Lisboa e ex-candidato à liderança do PS, no ano passado. Mas o peso político de Soares não parece convencer os portugueses, já que apenas 27 por cento acreditam que vai ser ele a ganhar a eleição naquele município. Nova derrota de João Soares (depois de ter perdido Lisboa e do fraco resultado na luta interna pela liderança do PS) pode revelar-se dramática para o seu futuro político, pelo menos nos tempos próximos.Em Sintra, 25 por cento dos inquiridos disseram não saber quem vai ser o vencedor do anunciado duelo entre João Soares e Fernando Seara.
in DN 3 Maio 2005
Luz no Túnel
Por isso os que procuram sempre esta saída, tratam de fazer a pintura dos termos adequada à saída que pretendem.
É assim que a questão de do Túnel aparece como uma querela político-partidária, pretendendo-se que entre o PP/PSD e o PS. No entanto o chumbo do IPPAR sucedeu com o governo do PP/PSD e foi a ministra da Cultura do dito que se recusou a fazer o que Rio & Ca (incluindo Sá) lhe pediam!
Para os nossos pintores de dialécticas de conveniência não terá sido antes, com mais lógica, um confronto entre facções do PP/PSD?
O assunto foi herdado pelo governo PS. E esperavam que o PS fosse facilitista, lasso, ou trafulha, onde o PP/PSD não foi? Tapando os olhos à ilegalidade evidente, calando o IPPAR, ou achando, à La Rio, que o Palácio dos Carrancas, ainda por cima Museu de Arte, não passa dum incómodo? (Diferente seria se fosse o Museu do Ferrari)
A montante foi Rio que herdou o Túnel de Cardoso e Gomes? Pois foi. E por que decidiu Rio alterar-lhe o projecto? Só porque o "compagnon de route" Solari Allegro lhe "assoprou" aos auriculares que fosse que fosse que fosse projectado pelo PS teria de ser asneira por ainda serem primos dos comunistas, os tais que para o Allegro, dão injecções atrás das orelhas dos meninos?
E se decidiu mudar, para dizer que ele faria melhor, dando-lhe de barato estar no seu direito, por que não seguiu com os procedimentos adequados? Não os conhecia? Não sabia que tinha de pedir parecer do IPPAR e esperar resposta ou deixar o prazo desta para ser considerada aprovação tácita? E que é isto senão total incompetência? Irresposabilidade incompatível com o alto cargo que desempenha?
Para ficarmos por aqui. Pois a solução em cima do Soares dos Reis não só é ilegal como do ponto de vista do trânsito é iníqua. Não havendo nestas coisas soluções perfeitas, a solução inventado pelo Rio e pelo Allegro tem muito mais inconvenientes que a solução Carregal que era a solução prévia que nunca devia ter sido mexida.
A solução Carregal foi sempre a mais barata e a mais adequada tanto ao acesso à Urgência como ao trânsito para Sul e para Norte. Já estaria pronta há muito, sem polémica nem chatices. É o que há a fazer para resolver o assunto rapidamente e sem mais prezuízos para os cidadãos.
Assim permita a teimosia de Rui Rio. Que deveria mostrar ao tomar tal atitude que considera a lei acima de tudo no procedimento administrativo. Provavelmente não o fará porque se sentirá a sair com o rabo entre as pernas o que, no seu entendimento, o poderá prejudicar eleitoralmente.
Desmitificando os velhos salomónicos do uma no cravo outra na ferradura, percebe-se assim onde está a questão político partidária!
Pedro Baptista
O BE dividido
Referendo
Independentemente do tema a referendar, esta era a unica atitude a tomar. Imagine-se que se chegou a falar de dois referendos em simultaneo com as eleições. E depois, aqueles que ficassem descontentes com os resultados de uns e da outra o que é que diriam. A demagogia tem que ter limites.