as mediáticas:



as abortadas:



e mais algumas:















Tal como as auto-estradas, há duas ou três décadas
Tal como os telemóveis, ou a banda larga
Tal como a televisão a cores (ou mesmo a outra)
Tal como os frigoríficos, ou o ar-condicionado.
Ou até, os vidros eléctricos, ou o fecho central.
E a Internet e a água canalizada, os esgotos ou a TV-Cabo
Assim é o TGV, um luxo.
Tal como é um luxo também, insistir na melhor educação possível, para a minha filha.
Sabendo que um dia, talvez, o dinheiro não me vai chegar para o básico e para os luxos.
Para a saúde, a alimentação, a habitação, o vestuário, os transportes, etc. e, ainda por cima, para garantir à minha filha, SEMPRE:
A melhor educação possível, porque é um luxo.
Mas nunca lhe vai faltar esse luxo, A MELHOR EDUCAÇÂO POSSÍVEL
(e se tiver que pôr mais água na sopa, Fortuna, ponho na minha e não na dela :-) )
E assim é o TGV, um luxo.
António Moreira
Estas seriam algumas, com certeza as primeiras, perguntas que eu gostaria de ver respondidas nos tais estudos que, ao ritmo do batuque do Pacheco Pereira, tem vindo a ser reclamados insistentemente em tantos “blogs”.
Talvez então se tornasse claro se estamos a esgrimir “partidarices” ou a falar, seriamente, de investimento público.
Eu não tenho respostas para estas (e muitas outras), perguntas.
A única certeza que tenho é que a esmagadora maioria dos que tem montado e alimentado esta campanha anti a “OTA e o TGV” e o “TGV e a OTA” (fazendo lembrar o Mário Soares dos bons tempos com a Vidigueira e o Alvito, o Alvito e a Vidigueira) sabem tanto, ou menos, do que eu (apesar da pompa com que esgrimem números e gráficos).
E, no entanto, é vê-los ufanos e alegres, cheios das suas certezas.
(otários….)
António Moreira










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