
A criação, por Constança Cunha e Sá, do blogue “O Espectro”, e o seu crescimento exponencial após a esperada entrada em cena de Vasco Pulido Valente, trouxe à luz do dia um conjunto alargado de pessoas que, livremente, expuseram as suas opiniões e os seus pontos de vista, políticos mas não só, nas caixas de comentários d”O Espectro”.
Com efeito, para além da habitual boçalidade anónima que sempre acompanha estes espaços de grande atracção, foi notória a emergência de um conjunto de comentadores de elevada qualidade que andavam, eventualmente, dispersos pela “blogosfera” ou que, num ou noutro caso, eram absolutamente neófitos nestes meios.
“O Espectro” funcionou assim como base agregadora de uma certa qualidade opinativa, talvez com um predomínio de opiniões “de esquerda”, mas nunca exclusiva de outras sensibilidades.
O “estouro final” do”O Espectro” poderá significar a dispersão desse grupo de comentadores, eventualmente o seu encontro fortuito para uns chás e umas trocas de impressões e um posterior afastamento gradual (que a vida real não deixa muito espaço a idealismos) ou poderá, se assim for entendido, representar uma oportunidade para quem a saiba aproveitar.
Alguns desses comentadores já nos concederam o privilégio da sua visita e do seu comentário, será talvez então esta a ocasião para que, os fundadores deste blogue, pensem o que pretendem deste espaço e, após o dia 18, independentemente dos resultados da escolha dos militantes socialistas do Porto, decidam qual dos dois caminhos possíveis pretendem trilhar.
Ou este blogue se confina a um espaço de debate e de mensagem mais ou menos cifrada, mais ou menos hermética para o interior do partido, ou se abre ao exterior e se transforma no tal espaço de discussão e de auscultação da sociedade (aqui entendida como exterior aos partidos) que permitirá, quem sabe, estreitar o fosso que, inexoravelmente, se tem vindo a alargar, entre os cidadãos “livres” (xi….) e os partidos em que já não se reconhecem e que já não os conhecem.
Renovo os meus votos de boa sorte ao Avelino Oliveira na sua campanha pela liderança da concelhia do Porto.
Mas, muito mais importante, espero que nunca esqueça (como Assis esqueceu tão de pronto) que, havendo sabedoria, as pequenas derrotas podem ser a antecâmara de grandes vitórias.
Muito mais importante e motivadora que a aprovação”interna” poderá ser a conquista do respeito “externo”.
António Moreira (AMNM)
Com efeito, para além da habitual boçalidade anónima que sempre acompanha estes espaços de grande atracção, foi notória a emergência de um conjunto de comentadores de elevada qualidade que andavam, eventualmente, dispersos pela “blogosfera” ou que, num ou noutro caso, eram absolutamente neófitos nestes meios.
“O Espectro” funcionou assim como base agregadora de uma certa qualidade opinativa, talvez com um predomínio de opiniões “de esquerda”, mas nunca exclusiva de outras sensibilidades.
O “estouro final” do”O Espectro” poderá significar a dispersão desse grupo de comentadores, eventualmente o seu encontro fortuito para uns chás e umas trocas de impressões e um posterior afastamento gradual (que a vida real não deixa muito espaço a idealismos) ou poderá, se assim for entendido, representar uma oportunidade para quem a saiba aproveitar.
Alguns desses comentadores já nos concederam o privilégio da sua visita e do seu comentário, será talvez então esta a ocasião para que, os fundadores deste blogue, pensem o que pretendem deste espaço e, após o dia 18, independentemente dos resultados da escolha dos militantes socialistas do Porto, decidam qual dos dois caminhos possíveis pretendem trilhar.
Ou este blogue se confina a um espaço de debate e de mensagem mais ou menos cifrada, mais ou menos hermética para o interior do partido, ou se abre ao exterior e se transforma no tal espaço de discussão e de auscultação da sociedade (aqui entendida como exterior aos partidos) que permitirá, quem sabe, estreitar o fosso que, inexoravelmente, se tem vindo a alargar, entre os cidadãos “livres” (xi….) e os partidos em que já não se reconhecem e que já não os conhecem.
Renovo os meus votos de boa sorte ao Avelino Oliveira na sua campanha pela liderança da concelhia do Porto.
Mas, muito mais importante, espero que nunca esqueça (como Assis esqueceu tão de pronto) que, havendo sabedoria, as pequenas derrotas podem ser a antecâmara de grandes vitórias.
Muito mais importante e motivadora que a aprovação”interna” poderá ser a conquista do respeito “externo”.









