
"... a "Fundação Eugénio de Andrade sempre se portou bem".
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Comentários faça-os quem quiser (se quiser).
António Moreira




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Em minha opinião das duas três:
Ou isto tudo (ou parte) é verdade e tem consequências de monta, ou seja políticos, empreiteiros e promotores imobiliários na cadeia.
Ou Paulo Morais, ele mesmo, vai para a cadeia por calúnias e difamações
Ou então
Isto é mesmo uma
REPÚBLICA DAS BANANAS
(com Cavaco ou sem Cavaco)
António Moreira

Volta e meia lá aparecem, nas caixas de comentários deste “blog”, comentadores anónimos, mais ou menos anónimos, ou nem por isso anónimos, que manifestam o seu desagrado, quer quanto às imagens que publico, quer quanto às opiniões que manifesto, quer quanto às análises que com eles partilho.
O grosso das opiniões de desagrado é direccionado, no entanto, ao meu estilo, sendo que, recorrentemente, se manifestam quanto à forma que, se para uns é deselegante, para outros é arrogante, sendo para muitos até deseducada.
Isto vem a propósito, naturalmente, de algumas reacções, na caixa de comentários do “post” sobre o Carrilho, ao facto de, na mesma caixa de comentários, ter referido, mais uma vez, que a escolha dos eleitos, sejam eles deputados, presidentes de câmara, presidentes da república, excluídos dos “big-brothers” ou qualquer outro tipo de escolha por sufrágio livre, universal e directo, é da responsabilidade daquilo a que referi como «carneirada estúpida, inculta e ignorante».
Daí não se pode inferir, naturalmente, que considere que todos os que ainda persistem em praticar tal acto, pertençam ao «rebanho» que referi.
O que se pode e deve inferir é que considero (e ainda ninguém me convenceu de algo diferente) que a MAIORIA dos eleitores, ou seja QUEM efectivamente DECIDE , é ignorante, inculta e dotada de escassa inteligência (daí o “estúpida”) sendo facilmente «arrebanhada», ou seja dirigida para, em conjunto, efectuar os comportamentos pretendidos por quem conheça e esteja disposto a utilizar as técnicas adequadas ao efeito.
E isso, quer seja para formar “a mais bela bandeira” ou para correr meia cidade do porto de T-shirt laranja a propagandear a “Sportzone”, quer seja para entregar todas as suas poupanças ao mais desonesto vigarista, desde que bem falante.
E assim, naturalmente também, para entregar a direcção da “coisa pública” à ralé que nos tem governado quer a nível central quer a nível local.
Claro que, como é sabido, o “povo tem sempre demonstrado uma grande sensatez” e por isso nunca os eleitores de Gondomar elegeriam Fátima Felgueiras, os de Oeiras elegeriam Valentim Loureiro, ou, muito menos, os de Felgueiras confiariam os destinos da sua terra a um qualquer Isaltino.
Esclarecido este ponto, e regressando ao “estilo”, convém aqui e agora lembrar que o acesso a este blog é gratuito, ou seja, os leitores nada pagam, mas tal não significa que o que aqui se faz seja uma qualquer forma de serviço público a que, por força da minha formação humanista, me sinta de alguma forma obrigado.
É algo que faço porque me apetece e, assim, da mesma forma, quem lê deve apenas ler se lhe apetece e comentar se e como lhe apetece.
A diferença reside apenas em que quem me lê não me pode censurar (tirando os co-autores que nunca manifestaram qualquer vontade de o fazer e, naturalmente, o fariam uma única vez), enquanto que eu posso censurar os comentários que me desagradem (se bem que, até agora, apenas o fiz em situações extremamente deseducadas, envolvendo usurpação da minha identidade).
Convém ainda esclarecer que, ao contrário dos que (políticos, jornalistas, actores, etc.) dependem dos favores do público para o seu sustento, eu não pretendo enganar quem me lê, fingindo nutrir, à partida, qualquer respeito pelos leitores enquanto “classe” ou sequer enquanto “indivíduos”.
Nutro, isso sim, respeito por quem, em meu entender, o merece e, da mesma forma, não respeito quem, em meu entender, o não merece.
A única coisa que garanto, é igualdade à partida.
Depois, eventualmente, acaba por nascer e pode até crescer o meu respeito por alguns, enquanto que por outros, se vai passando exactamente o contrário.
Outros haverá que continuarão a merecer apenas indiferença, desdém ou, nalguns casos, condescendência.
Mas isto é apenas uma descrição, que apenas interessa a quem interessar (e não vejo porque poderá interessar a seja quem for), da forma como eu “vejo” os outros, e os “outros” neste caso são os que apenas “conheço” pelo que escrevem aqui e noutros meios que também frequento.
Algo muito diferente é a forma como os “outros” que também apenas me “conhecem” pelo que escrevo, aqui e noutros lados, me vêem a mim, e desses, naturalmente, apenas me interessa a “visão” dos que me merecem respeito.
Desses agradeço e leio com atenção, quer as opiniões, enriquecedoras sobretudo se diferentes da minha, quer os reparos quanto à forma que utilizo para me exprimir.
Dos outros, não.
António Moreira




