quinta-feira, setembro 08, 2005

katrina

Nada disse sobre sobre o Katrina e a única cosia óbvia que me ocorre é lembrar que os EUA não assinaram Quioto.
Salta-me agora, habituados já aos desesperados pedidos de auxílio e pouco surpreendidos com a devastação natural de um espaço artificialmente criado, que a fábula dos 3 porquinhos parece ganhar outro sentido.
No sentido tectónico, apetece assinalar as frágeis casas papel, desprendidas do lugar, sem sequer possuírem aquela paradigmática questão da fenomenologia. Estas construções não existem alí, pousaram, frágeis, e facilmente se removem. Não são intrisecas
A arquitectura americana, ou melhor a popular arquitectura americana representa bem o país, vive na fachada de uma coisa que quer significar ser. E portanto é!


3 comentários:

anti-americano disse...

Do que eles são capazes só para fazer um filme

fortuna disse...

ó avelino, o que é isso de querer significar ser?

Incoerente disse...

o pior é ke isto vai ter efeitos significativos na economia europeia, mas é o momento ideal para os obrigar a assumir as suas responsabilidades ambientais em relação ao planeta , e é neste ponto ke a União europeia não nos pode desiludir - é apanha-los enkanto estão de costas...