terça-feira, abril 19, 2005

Telemissa

E ninguém diz nada sobre o espectáculo grotesco de exibição, com total aceitação dos media, de uma instituição absolutamente gerocrata, situando-se nos antípodas da república, da democracia e do respeito pela cidadania!
Qual o papel de cada padre no meio de toda esta telemissa? Qual o papel de cada crente ( Oh homo credulus, ainda por aí andas?)? Qual o papel de cada mulher e de cada homem, inserido para efeitos estatísticos como cristão e mesmo católico apostólico romano ( Porto for ever!)?
A metáfora do pastor e do rebanho, é afinal mais directa do que se imagina, redundando na (elementar, meu caro) permanente parábola do guia alumiado e da carneirada acéfala?
Qua a tolerância absoluta não nos tolde o direito e dever absolutos à crítica. Em nome do homo sapiens.

3 comentários:

Anónimo disse...

Pau! Que amostra do que estará para vir! O pobre do João Paulo devia saber o que aconteceria por isso ficou lá até ao fim, assim não teve que vêr o que vão dizer do Vaticano.

Sica disse...

Um "Papa Bento" não é aquilo que a gente leva para a praia?

fortuna disse...

ó pá, esta fez-me rir.